FAIXAS:
1. Barthelemy (6:44)
2. Triphrons (9:58)
3. La Tuna (5:24)
4. Cache-Cash (4:23)
5. Arsenic (& Vielles Dentelles) (8:51)
6. Rondes de Nuit (7:43)
Total Time: 43:08
MEMBROS:
- François Dumont d'Ayot / saxophone, flute
- Philippe Villiot / violin
- Nathanaël Veyrat / bass
- Olivier Lamorthe / piano, synthesizer
- Christophe Torion / drums
1. Barthelemy (6:44)
2. Triphrons (9:58)
3. La Tuna (5:24)
4. Cache-Cash (4:23)
5. Arsenic (& Vielles Dentelles) (8:51)
6. Rondes de Nuit (7:43)
Total Time: 43:08
MEMBROS:
- François Dumont d'Ayot / saxophone, flute
- Philippe Villiot / violin
- Nathanaël Veyrat / bass
- Olivier Lamorthe / piano, synthesizer
- Christophe Torion / drums
"Anamorphose" começou na França em 1982 quando "François Dumont d'Ayot" (flauta e saxofone) encontrou-se com "Olivier Lamorthe" (piano e sintetizador), depois de um concerto de jazz onde ambos tocaram. Eles queriam tocar algo mais criativo, com ênfase em tempos não convencionais, com ritmos assimétricos,
daí surgiu o "Amenorphose".
Sua primeira formação contava com "Olivier Lamorthe" (teclados e sintetizador), "François Dumont d' Ayot" (saxofone e flauta), "Philippe Villiot" (violino) (vindo da música popular irlandesa e grega), um baterista que eles chamavam de "sherpas" e uma mulher no baixo, chamada "Odile Eschenbrenner" (ambos desapareceram do cenário musical). A segunda formação contava com "Eric Bailles" (baixo) (que tocou alternadamente com outra banda), mas o baixista acabou sendo
"Natanael Veyrat" e "Christophe Torion" (bateria).
Em 30.10.1986 eles gravaram seu único álbum, chamado "Palimpseste", que por sinal é ao vivo e foi mixado nos Estúdios "Dagobert" nos dias 14 e 15 de novembro,
lançado em dezembro daquele mesmo ano pelo selo Musea.
Em 1988, "Philippe Villiot" deixou a banda, que continuou como um quarteto por alguns anos antes de juntar-se com o guitarrista "Eric Minen". "Anamorphose" fez algumas outras gravações de uma forma mais profissional, mas são daquelas que
nunca foram lançadas e em 1997 a banda se desfez.
É excelente a performasse da banda em seu único álbum, uma fusão de rock com jazz sem muita firula, direto e objetivo. Os músicos realmente são profissionais, abusam das técnicas e é vergonhoso terem lançado apenas um álbum, ainda mais, gravado ao vivo já que a banda acabou em 1997. Em "Palimpseste" de 1986, pode-se sentir a vibração da galera e dos caras tocando, recomendo.
OUÇA ESSE SOM E MUITO MAIS NA