✌Espaço Prog✌
-Acesse
--
nossa
-- Rádio Byrujah Online -- O melhor do rock progressivo você ouve aqui --
Share to Facebook Share to Twitter Stumble It email Mais...
Página do Facebook com o melhor do rock progressivo, curta.
Grupo no facebook ligado ao blog Espaço Prog, grupo de discussão sobre rock progressivo, participe.
✌Espaço Prog✌: Ávora Di Carlla

[Fechar/Close]

Veja algumas formas de você agradecer o conteúdo gratuito deste blog


348 Pessoas Participam



Grupo no facebook ligado ao blog Espaço Prog, grupo de discussão sobre rock progressivo, participe.



Ajude com pequenas doações em dinheiro
Informações da conta bancária - Bradesco





Ávora Di Carlla


O Velho, A Carne E A Psicodélica Árvore Do Imaculado Ventre Da Terra 2010
"Ávora Di Carlla" é uma banda brasileira de Rock Progressivo da cidade de Vitória, no Espirito Santo, formada na década de noventa pelo cantor, compositor e letrista "Gustavo Caverzan". Oficialmente pode-se considerar o ano de 1998 como o do início da banda, apesar de que as composições do Gustavo já estavam em criação latente durante a década de 90, apenas como voz e violão até que aos poucos várias pessoas foram se aproximando do projeto  e o embrião de  um coletivo musical voltado especificamente para gravações em estúdio surgiu. Foi em 1998 que a banda fez a sua única apresentação até hoje e descrita pelo próprio Gustavo como pequena, confusa e direcionada para divulgar outras bandas, nas quais eles acabaram entrando na ultima hora e tocaram algumas das primeiras composições.  Preferem identificar portanto o projeto Ávora di Carlla como um projeto de estúdio, pois os ensaios e encontros realizados foram sempre direcionados para a produção do disco e do próximo que virá;  na verdade é uma obra única intitulada  "O Velho, A Carne E A Psicodélica Árvore Do Imaculado Ventre Da Terra" com sete partes no volume 1 e mais três no volume dois totalizando 10 partes. Segundo as palavras de Gustavo, a obra em sua totalidade nos sugere pensar pela afecção da habitação poética contida em seu mito, a dinâmica do existir humano na sua responsabilidade para com a construção de si mesmo. Assim, as imagens que mostram as experiências de abismo (dor) e cume (obra de vida), são formadas em um movimento cujo itinerário vai do crepúsculo à aurora (Disco I) e da aurora ao crepúsculo (Volume II).. Elas abordam as tensões entre um conceito incoerente, por um lado, e a clareza cristalina e imaginação sem limites da música no outro. Do ponto de vista puramente musical, o seu apelo eclético deriva de constantes mudanças desde prog sinfônico, jazz, blues lentos, passagens acústicas bucólicas, space rock, avantgarde e arte da música ocidental, cheio de teclados, num clima orquestral prog sinfônico mesclado a uma atmosfera jazz, com forte influência europeia. Instrumentistas competentes, cantores e músicos com técnica e sentimento. O sagrado e o profano se fundem em meio as faixas deste álbum conceitual com climas densos, suaves, e cheios de mistérios. Esse primeiro disco foi lançado em 2010 e o próximo ainda está em elaboração, sendo que o primeiro disco e as duas primeiras faixas do segundo já estão disponíveis para download, apenas dessa forma, pois não existe em CD físico, pelo menos por enquanto. O núcleo de músicos envolvidos na base do projeto consistia em "Gustavo Caverzan" (vocal e composição), "Rogério Bezerra" (teclados e produção musical), "Luiger Lima" (bateria), "Carlos Anderson" (baixo)  "Flávio Veronez" (guitarras) e Geógenes dos Santos (captação técnica do áudio). A esse núcleo básico foram adicionados durante a produção o  maestro Helder Trefzger e o técnico de gravação e musico Ricardo Mendes, que finalizou a gravação e mixou o disco. Gustavo faz questão de frisar que  o projeto foi também sustentado pela genialidade de outras pessoas: os vocais espetaculares produzidos por Emmerson Nogueira e Juliana Matias, a narração fenomenal do ator Ednardo Pinheiro, a participação de Igor Awad e Claudio Bocca no Canto, a presença do grande guitarrista Rodrigo Marçal e a incrível participação de músicos geniais que compuseram o corpo da orquestra.  A banda nunca se propôs a produzir um álbum conceitual de rock progressivo mas  foram as próprias composições (em sua disposição de fala), que solicitaram a sua plasticidade sonora, musical. A maior preocupação foi conduzir as produções elaboradas pela banda no esforço de atender a essa solicitação, ou seja, de poder comportar musicalmente um repertório de imagens dentro de uma progressão temática a representar vários cenários poéticos inseridos numa grande estória. E assim, de acordo com Gustavo, eles seguiram e o resultado disso é lido hoje pela via do rock progressivo, proposta a qual ele particularmente se identifica muito sentindo-se honrado por participar dessa vertente musical tão extraordinária, e de poder conquistar a sua permissão desde dentro da obra Ávora Di Carlla. Após o lançamento do Volume II, Gustavo pretende publicar um livro com as suas considerações hermenêuticas sobre a obra Ávora Di Carlla em sua unidade.
Download Free 78,5 mb
FAIXAS:
I - No Reino dos Sinos de Copas
01. No Reino dos Sinos de Copas (13:40)
II - Convulsões de Um Único Grito
02. O Segundo Mistério das Imagens da Escada de Bronze (11:48)
03. Crepúsculo: 1976 (4:26)
III - O Mundo Pelos Quadros em Tábata 
04. A Casa de Tábata (12:53)
05. À Luz do Reino (1:25)
06. Das Púrpuras Chamas (10:19)
07. Aurora: Do Fundo do Raso do Homem (03:32)
8. Entre Quadros e Poeta (Volume II, Faixa Bônus) (7:33)
9.Pegadas de Um Capinar (Volume II, Faixa Bônus) (18:19)
Total Time: 1:24:49

MEMBROS:
- Gustavo Caverzan / vocal
- Rogério Bezerra / teclado
- Flávio Veronez / guitarra
- Carlos Anderson / baixo
- Luiger Lima / bateria
convidados
- Emmerson Nogueira / vocal
- Juliana Matias / vocal
- Ednardo Pinheiro / narração
- Rodrigo Marçal / guitarra
- Helder Trefzger / orquestração




"Ávora Di Carlla" é uma banda brasileira de Rock Progressivo da cidade de Vitória, no Espirito Santo, formada na década de noventa pelo cantor, compositor e letrista "Gustavo Caverzan". Oficialmente pode-se considerar o ano de 1998 como o do início da banda, apesar de que as composições do Gustavo já estavam em criação latente durante a década de 90, apenas como voz e violão até que aos poucos várias pessoas foram se aproximando do projeto  e o embrião de  um coletivo musical voltado especificamente para gravações em estúdio surgiu. Foi em 1998 que a banda fez a sua única apresentação até hoje e descrita pelo próprio Gustavo como pequena, confusa e direcionada para divulgar outras bandas, nas quais eles acabaram entrando na ultima hora e tocaram algumas das primeiras composições.  Preferem identificar portanto o projeto Ávora di Carlla como um projeto de estúdio, pois os ensaios e encontros realizados foram sempre direcionados para a produção do disco e do próximo que virá;  na verdade é uma obra única intitulada  "O Velho, A Carne E A Psicodélica Árvore Do Imaculado Ventre Da Terra" com sete partes no volume 1 e mais três no volume dois totalizando 10 partes. Segundo as palavras de Gustavo, a obra em sua totalidade nos sugere pensar pela afecção da habitação poética contida em seu mito, a dinâmica do existir humano na sua responsabilidade para com a construção de si mesmo. Assim, as imagens que mostram as experiências de abismo (dor) e cume (obra de vida), são formadas em um movimento cujo itinerário vai do crepúsculo à aurora (Disco I) e da aurora ao crepúsculo (Volume II).. Elas abordam as tensões entre um conceito incoerente, por um lado, e a clareza cristalina e imaginação sem limites da música no outro. Do ponto de vista puramente musical, o seu apelo eclético deriva de constantes mudanças desde prog sinfônico, jazz, blues lentos, passagens acústicas bucólicas, space rock, avantgarde e arte da música ocidental, cheio de teclados, num clima orquestral prog sinfônico mesclado a uma atmosfera jazz, com forte influência europeia. Instrumentistas competentes, cantores e músicos com técnica e sentimento. O sagrado e o profano se fundem em meio as faixas deste álbum conceitual com climas densos, suaves, e cheios de mistérios. Esse primeiro disco foi lançado em 2010 e o próximo ainda está em elaboração, sendo que o primeiro disco e as duas primeiras faixas do segundo já estão disponíveis para download, apenas dessa forma, pois não existe em CD físico, pelo menos por enquanto. O núcleo de músicos envolvidos na base do projeto consistia em "Gustavo Caverzan" (vocal e composição), "Rogério Bezerra" (teclados e produção musical), "Luiger Lima" (bateria), "Carlos Anderson" (baixo)  "Flávio Veronez" (guitarras) e Geógenes dos Santos (captação técnica do áudio). A esse núcleo básico foram adicionados durante a produção o  maestro Helder Trefzger e o técnico de gravação e musico Ricardo Mendes, que finalizou a gravação e mixou o disco. Gustavo faz questão de frisar que  o projeto foi também sustentado pela genialidade de outras pessoas: os vocais espetaculares produzidos por Emmerson Nogueira e Juliana Matias, a narração fenomenal do ator Ednardo Pinheiro, a participação de Igor Awad e Claudio Bocca no Canto, a presença do grande guitarrista Rodrigo Marçal e a incrível participação de músicos geniais que compuseram o corpo da orquestra.  A banda nunca se propôs a produzir um álbum conceitual de rock progressivo mas  foram as próprias composições (em sua disposição de fala), que solicitaram a sua plasticidade sonora, musical. A maior preocupação foi conduzir as produções elaboradas pela banda no esforço de atender a essa solicitação, ou seja, de poder comportar musicalmente um repertório de imagens dentro de uma progressão temática a representar vários cenários poéticos inseridos numa grande estória. E assim, de acordo com Gustavo, eles seguiram e o resultado disso é lido hoje pela via do rock progressivo, proposta a qual ele particularmente se identifica muito sentindo-se honrado por participar dessa vertente musical tão extraordinária, e de poder conquistar a sua permissão desde dentro da obra Ávora Di Carlla. Após o lançamento do Volume II, Gustavo pretende publicar um livro com as suas considerações hermenêuticas sobre a obra Ávora Di Carlla em sua unidade."Ávora Di Carlla" é uma banda brasileira de Rock Progressivo da cidade de Vitória, no Espirito Santo, formada na década de noventa pelo cantor, compositor e letrista "Gustavo Caverzan". Oficialmente pode-se considerar o ano de 1998 como o do início da banda, apesar de que as composições do Gustavo já estavam em criação latente durante a década de 90, apenas como voz e violão até que aos poucos várias pessoas foram se aproximando do projeto e o embrião de um coletivo musical voltado especificamente para gravações em estúdio surgiu. Foi em 1998 que a banda fez a sua única apresentação até hoje e descrita pelo próprio Gustavo como pequena, confusa e direcionada para divulgar outras bandas, nas quais eles acabaram entrando na ultima hora e tocaram algumas das primeiras composições. 

Preferem identificar portanto o projeto Ávora di Carlla como um projeto de estúdio, pois os ensaios e encontros realizados foram sempre direcionados para a produção do disco e do próximo que virá; na verdade é uma obra única intitulada "O Velho, A Carne E A Psicodélica Árvore Do Imaculado Ventre Da Terra" com sete partes no volume 1 e mais três no volume dois totalizando 10 partes. Segundo as palavras de Gustavo, a obra em sua totalidade nos sugere pensar pela afecção da habitação poética contida em seu mito, a dinâmica do existir humano na sua responsabilidade para com a construção de si mesmo. Assim, as imagens que mostram as experiências de abismo (dor) e cume (obra de vida), são formadas em um movimento cujo itinerário vai do crepúsculo à aurora (Disco I) e da aurora ao crepúsculo (Volume II).. Elas abordam as tensões entre um conceito incoerente, por um lado, e a clareza cristalina e imaginação sem limites da música no outro. Do ponto de vista puramente musical, o seu apelo eclético deriva de constantes mudanças desde prog sinfônico, jazz, blues lentos, passagens acústicas bucólicas, space rock, avantgarde e arte da música ocidental, cheio de teclados, num clima orquestral prog sinfônico mesclado a uma atmosfera jazz, com forte influência europeia. Instrumentistas competentes, cantores e músicos com técnica e sentimento. O sagrado e o profano se fundem em meio as faixas deste álbum conceitual 
com climas densos, suaves, e cheios de mistérios.

"Ávora Di Carlla" é uma banda brasileira de Rock Progressivo da cidade de Vitória, no Espirito Santo, formada na década de noventa pelo cantor, compositor e letrista "Gustavo Caverzan". Oficialmente pode-se considerar o ano de 1998 como o do início da banda, apesar de que as composições do Gustavo já estavam em criação latente durante a década de 90, apenas como voz e violão até que aos poucos várias pessoas foram se aproximando do projeto  e o embrião de  um coletivo musical voltado especificamente para gravações em estúdio surgiu. Foi em 1998 que a banda fez a sua única apresentação até hoje e descrita pelo próprio Gustavo como pequena, confusa e direcionada para divulgar outras bandas, nas quais eles acabaram entrando na ultima hora e tocaram algumas das primeiras composições.  Preferem identificar portanto o projeto Ávora di Carlla como um projeto de estúdio, pois os ensaios e encontros realizados foram sempre direcionados para a produção do disco e do próximo que virá;  na verdade é uma obra única intitulada  "O Velho, A Carne E A Psicodélica Árvore Do Imaculado Ventre Da Terra" com sete partes no volume 1 e mais três no volume dois totalizando 10 partes. Segundo as palavras de Gustavo, a obra em sua totalidade nos sugere pensar pela afecção da habitação poética contida em seu mito, a dinâmica do existir humano na sua responsabilidade para com a construção de si mesmo. Assim, as imagens que mostram as experiências de abismo (dor) e cume (obra de vida), são formadas em um movimento cujo itinerário vai do crepúsculo à aurora (Disco I) e da aurora ao crepúsculo (Volume II).. Elas abordam as tensões entre um conceito incoerente, por um lado, e a clareza cristalina e imaginação sem limites da música no outro. Do ponto de vista puramente musical, o seu apelo eclético deriva de constantes mudanças desde prog sinfônico, jazz, blues lentos, passagens acústicas bucólicas, space rock, avantgarde e arte da música ocidental, cheio de teclados, num clima orquestral prog sinfônico mesclado a uma atmosfera jazz, com forte influência europeia. Instrumentistas competentes, cantores e músicos com técnica e sentimento. O sagrado e o profano se fundem em meio as faixas deste álbum conceitual com climas densos, suaves, e cheios de mistérios. Esse primeiro disco foi lançado em 2010 e o próximo ainda está em elaboração, sendo que o primeiro disco e as duas primeiras faixas do segundo já estão disponíveis para download, apenas dessa forma, pois não existe em CD físico, pelo menos por enquanto. O núcleo de músicos envolvidos na base do projeto consistia em "Gustavo Caverzan" (vocal e composição), "Rogério Bezerra" (teclados e produção musical), "Luiger Lima" (bateria), "Carlos Anderson" (baixo)  "Flávio Veronez" (guitarras) e Geógenes dos Santos (captação técnica do áudio). A esse núcleo básico foram adicionados durante a produção o  maestro Helder Trefzger e o técnico de gravação e musico Ricardo Mendes, que finalizou a gravação e mixou o disco. Gustavo faz questão de frisar que  o projeto foi também sustentado pela genialidade de outras pessoas: os vocais espetaculares produzidos por Emmerson Nogueira e Juliana Matias, a narração fenomenal do ator Ednardo Pinheiro, a participação de Igor Awad e Claudio Bocca no Canto, a presença do grande guitarrista Rodrigo Marçal e a incrível participação de músicos geniais que compuseram o corpo da orquestra.  A banda nunca se propôs a produzir um álbum conceitual de rock progressivo mas  foram as próprias composições (em sua disposição de fala), que solicitaram a sua plasticidade sonora, musical. A maior preocupação foi conduzir as produções elaboradas pela banda no esforço de atender a essa solicitação, ou seja, de poder comportar musicalmente um repertório de imagens dentro de uma progressão temática a representar vários cenários poéticos inseridos numa grande estória. E assim, de acordo com Gustavo, eles seguiram e o resultado disso é lido hoje pela via do rock progressivo, proposta a qual ele particularmente se identifica muito sentindo-se honrado por participar dessa vertente musical tão extraordinária, e de poder conquistar a sua permissão desde dentro da obra Ávora Di Carlla. Após o lançamento do Volume II, Gustavo pretende publicar um livro com as suas considerações hermenêuticas sobre a obra Ávora Di Carlla em sua unidade.Esse primeiro disco foi lançado em 2010 e o próximo ainda está em elaboração, sendo que o primeiro disco e as duas primeiras faixas do segundo já estão disponíveis para download no site oficial da banda, apenas dessa forma, pois não existe em CD físico, pelo menos por enquanto. O núcleo de músicos envolvidos na base do projeto consistia em "Gustavo Caverzan" (vocal e composição), "Rogério Bezerra" (teclados e produção musical), "Luiger Lima" (bateria), "Carlos Anderson" (baixo) "Flávio Veronez" (guitarras) e Geógenes dos Santos (captação técnica do áudio). A esse núcleo básico foram adicionados durante a produção o maestro Helder Trefzger e o técnico de gravação e musico Ricardo Mendes, que finalizou a gravação e mixou o disco. Gustavo faz questão de frisar que o projeto foi também sustentado pela genialidade de outras pessoas: os vocais espetaculares produzidos por Emmerson Nogueira e Juliana Matias, a narração fenomenal do ator Ednardo Pinheiro, a participação de Igor Awad e Claudio Bocca no Canto, a presença do grande guitarrista Rodrigo Marçal e a incrível participação de músicos geniais que compuseram o corpo da orquestra. 

"Ávora Di Carlla" é uma banda brasileira de Rock Progressivo da cidade de Vitória, no Espirito Santo, formada na década de noventa pelo cantor, compositor e letrista "Gustavo Caverzan". Oficialmente pode-se considerar o ano de 1998 como o do início da banda, apesar de que as composições do Gustavo já estavam em criação latente durante a década de 90, apenas como voz e violão até que aos poucos várias pessoas foram se aproximando do projeto  e o embrião de  um coletivo musical voltado especificamente para gravações em estúdio surgiu. Foi em 1998 que a banda fez a sua única apresentação até hoje e descrita pelo próprio Gustavo como pequena, confusa e direcionada para divulgar outras bandas, nas quais eles acabaram entrando na ultima hora e tocaram algumas das primeiras composições.  Preferem identificar portanto o projeto Ávora di Carlla como um projeto de estúdio, pois os ensaios e encontros realizados foram sempre direcionados para a produção do disco e do próximo que virá;  na verdade é uma obra única intitulada  "O Velho, A Carne E A Psicodélica Árvore Do Imaculado Ventre Da Terra" com sete partes no volume 1 e mais três no volume dois totalizando 10 partes. Segundo as palavras de Gustavo, a obra em sua totalidade nos sugere pensar pela afecção da habitação poética contida em seu mito, a dinâmica do existir humano na sua responsabilidade para com a construção de si mesmo. Assim, as imagens que mostram as experiências de abismo (dor) e cume (obra de vida), são formadas em um movimento cujo itinerário vai do crepúsculo à aurora (Disco I) e da aurora ao crepúsculo (Volume II).. Elas abordam as tensões entre um conceito incoerente, por um lado, e a clareza cristalina e imaginação sem limites da música no outro. Do ponto de vista puramente musical, o seu apelo eclético deriva de constantes mudanças desde prog sinfônico, jazz, blues lentos, passagens acústicas bucólicas, space rock, avantgarde e arte da música ocidental, cheio de teclados, num clima orquestral prog sinfônico mesclado a uma atmosfera jazz, com forte influência europeia. Instrumentistas competentes, cantores e músicos com técnica e sentimento. O sagrado e o profano se fundem em meio as faixas deste álbum conceitual com climas densos, suaves, e cheios de mistérios. Esse primeiro disco foi lançado em 2010 e o próximo ainda está em elaboração, sendo que o primeiro disco e as duas primeiras faixas do segundo já estão disponíveis para download, apenas dessa forma, pois não existe em CD físico, pelo menos por enquanto. O núcleo de músicos envolvidos na base do projeto consistia em "Gustavo Caverzan" (vocal e composição), "Rogério Bezerra" (teclados e produção musical), "Luiger Lima" (bateria), "Carlos Anderson" (baixo)  "Flávio Veronez" (guitarras) e Geógenes dos Santos (captação técnica do áudio). A esse núcleo básico foram adicionados durante a produção o  maestro Helder Trefzger e o técnico de gravação e musico Ricardo Mendes, que finalizou a gravação e mixou o disco. Gustavo faz questão de frisar que  o projeto foi também sustentado pela genialidade de outras pessoas: os vocais espetaculares produzidos por Emmerson Nogueira e Juliana Matias, a narração fenomenal do ator Ednardo Pinheiro, a participação de Igor Awad e Claudio Bocca no Canto, a presença do grande guitarrista Rodrigo Marçal e a incrível participação de músicos geniais que compuseram o corpo da orquestra.  A banda nunca se propôs a produzir um álbum conceitual de rock progressivo mas  foram as próprias composições (em sua disposição de fala), que solicitaram a sua plasticidade sonora, musical. A maior preocupação foi conduzir as produções elaboradas pela banda no esforço de atender a essa solicitação, ou seja, de poder comportar musicalmente um repertório de imagens dentro de uma progressão temática a representar vários cenários poéticos inseridos numa grande estória. E assim, de acordo com Gustavo, eles seguiram e o resultado disso é lido hoje pela via do rock progressivo, proposta a qual ele particularmente se identifica muito sentindo-se honrado por participar dessa vertente musical tão extraordinária, e de poder conquistar a sua permissão desde dentro da obra Ávora Di Carlla. Após o lançamento do Volume II, Gustavo pretende publicar um livro com as suas considerações hermenêuticas sobre a obra Ávora Di Carlla em sua unidade.A banda nunca se propôs a produzir um álbum conceitual de rock progressivo mas foram as próprias composições (em sua disposição de fala), que solicitaram a sua plasticidade sonora, musical. A maior preocupação foi conduzir as produções elaboradas pela banda no esforço de atender a essa solicitação, ou seja, de poder comportar musicalmente um repertório de imagens dentro de uma progressão temática a representar vários cenários poéticos inseridos numa grande estória. E assim, de acordo com Gustavo, eles seguiram e o resultado disso é lido hoje pela via do rock progressivo, proposta a qual ele particularmente se identifica muito sentindo-se honrado por participar dessa vertente musical tão extraordinária, e de poder conquistar a sua permissão desde dentro da obra Ávora Di Carlla. Após o lançamento do Volume II, Gustavo pretende publicar um livro com as suas considerações hermenêuticas sobre a obra Ávora Di Carlla em sua unidade.

MAIS INFORMAÇÕES:

OUÇA ESSE SOM E MUITO MAIS NA
PARA FAZER DOWNLOAD GRÁTIS DA DISCOGRAFIA 
CLIQUE AQUI 78,5MB

Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Seu comentário é sempre bem vindo !
Comente, opine, se expresse! esse espaço é seu!

Distração


Esperando seu download ?
Jogue uma partida de xadrez
enquanto aguarda...
Ao navegar pelo blog seu jogo "não" será interrompido,
divirta-se !!!




Não quer jogar xadrez? Outros Jogos Clique aqui